A metáfora da dúvida

Recentemente li um comentário em um dos meus posts eu fiquei realmente curioso sobre um fato. Incerteza, dúvidas, insegurança... estranho pois era exatamente sobre isso que pensava quando escrevia sobre o assunto. Mas é realmente intrigante tais sensações, são elas positivas em nossas vidas ou realmente são compostos semânticos que corroem nossa essência e nos deixam a mercê de tubarões comerciais ávidos por se alimentar das nossas mais intimas incertezas existenciais? Aquelas que nos tiram a identidade mais pura, a de sermos apenas nós mesmos.

Aí eu penso, tudo já estava ali e simplesmente não tomamos conhecimento. Vem à mente uma palavra absolutamente atraente, idiossincrasia. Porque eu vejo nela a “guarda aberta” para que sejamos atingidos por idéia pronta, que nos impõe um hábito de consumo jamais imaginado anteriormente. Oras, a forma como vejo as coisas é a minha forma de ver, não exatamente a sua, ou a de alguém que trabalha comigo.

A incerteza é o combustível que nos move nessa vida, quando tivermos certeza de alguma coisa ela perde valor, melhor, perdemos a capacidade de argumentar e questionar. E o que isso significa? Pense com você mesmo, seria bom?

Chega de prolixidade nisso tudo, a verdade é uma só, ela não é única. Pra mim existe uma, pra você outra. A vida é tão chata quando está tudo definido, tudo no seu lugar, tudo certinho, um tédio só. Nem era sobre consumo ou hábitos que queria falar, acaba encaixando uma ou outra linha, mas gosto de dizer que sem o caos dos significados a vida seria sem graça e a busca acabaria, e o que é de fato uma vida sem uma busca?

 

Abraços!!

 

 

 

Comentários

Paulo Peres disse…
Verdade Bin. COncordo plenamente contigo!!
Abração cara